O que a norma passou a cobrar.
A gestão de riscos ocupacionais deixou de olhar só para o corpo. Fatores como carga de trabalho, relações de chefia, assédio, jornada e falta de autonomia passaram a ter de ser identificados, registrados e tratados — com plano de ação e prova documental.
Isso muda a rotina de quem cuida de segurança do trabalho: não basta ter um programa de bem-estar. É preciso mostrar o que foi avaliado, o que foi encontrado e o que está sendo feito.
Do diagnóstico ao cuidado, sem trocar de fornecedor no meio.
Inventário de riscos psicossociais
A equipe responde a um inventário que avalia condições de trabalho — não sintoma de doença. A diferença importa: o que a norma cobra é o risco na organização, não o diagnóstico do trabalhador.
Relatório por setor, sem expor pessoas
Os resultados chegam agrupados, mostrando onde o risco se concentra. A empresa enxerga o setor, o turno, a liderança — e ninguém é identificado individualmente.
Plano de ação registrado
Cada risco encontrado vira ação com responsável e prazo, documentada. É esse registro que a empresa apresenta quando for cobrada.
Atendimento para quem precisa
Quando o cuidado individual é necessário, ele acontece na PsiAtende, a rede clínica do grupo — atendimento on-line, com sigilo, sem a empresa saber quem procurou.
Quem faz o diagnóstico também cuida de quem precisa.
- Um caminho só. O inventário, o plano de ação e o atendimento são do mesmo grupo — a empresa não precisa costurar fornecedores.
- Tecnologia própria. A plataforma é desenvolvida pela própria MedNex, não é software alugado com nossa marca na frente.
- Rede clínica formada por nós. Os profissionais que atendem passam pela formação do IBRAPSI, o braço educacional do grupo.
- Sigilo pensado desde o desenho. Dados da empresa e dados clínicos vivem separados, por construção.
